No ritmo da música do Jonh Mayer que vou começar...
Muitas vezes acho que sou o errado. Quase sempre diria.
E quando vejo tanta gente fazendo tanta coisa igual, e só eu tentando fazer diferente… Bom, nadar contra a maré não devia ser algo fácil mesmo, certo?
E todo mundo é tão “livre”, todo mundo “se gosta” e “se pega” e não, NÃO, eu não quero isso pra mim. Fico me segurando pra não dizer que as coisas não funcionam assim, e fico quieto, esperando que ela me olhe e veja que eu não quero só aquela noite. Eu quero dias, semanas, todos os olhares e sorrisos. Mas parece que não é o bastante. Porque geralmente ela não está realmente pronto pra isso.
E mais uma vez volto pra casa achando que tô procurando nos lugares errados. E é muito clichê dizer que a gente acaba sempre encontrando o que procurava EXATAMENTE onde não procurava. Certo?
É como tomar coca-cola num copo de cristal. Ou perder na Mega-Sena por um ponto.
Me perco na ansiedade, e já falei tanto em insegurança, mas eu tô caminhando no muro do terraço, aqui. Um passo em falso e goodbye me.
Meu orgulho tá me dando uma surra. Mas eu espero o tempo que for preciso. E se for, como diria o pessoal do sul, pra “tomar o tufo”, pode vir.
E eu tô pronto. Pois sei que vale a pena.
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