quarta-feira, 27 de abril de 2011

ARRISCAR-SE


• Rir é arriscar-se a parecer louco...
• Chorar é arriscar-se a parecer sentimental... 
• Estender a mão é arriscar-se a se envolver...
• Expor seus sentimentos é arriscar-se a expor o seu eu verdadeiro...
• Expor suas idéias e sonhos em público é arriscar-se a perde-los... 
• Viver é arriscar-se a morrer...
• Ter esperança é arriscar-se a sofrer decepção...
• Tentar é arriscar-se a falhar... 
Mas é preciso correr riscos. Porque o maior azar da vida é não arriscar nada... Pessoas que não arriscam, que nada fazem, nada são!
Podem estar evitando o sofrimento e a tristeza. Mas assim não podem aprender, sentir, crescer, mudar, amar, viver... Acorrentadas às suas atitudes, são escravas, abrem mão da sua liberdade. Só a pessoa que arrisca é livre...
• Arriscar-se é perder o pé por algum tempo...
• Não se arriscar é perder a vida...


Soren Kiekegaard

terça-feira, 19 de abril de 2011

CONVERGENCIA DE MIDIAS KKKK

 O  TRIANGULO (PENSAMENTO, VIDEO E IMAGEM)

Um Pensamento ....

"Encantos impressionam a vista, mas o mérito ganha o coração" (Alexander Pope)

A imagem....


E o clipe que estava faltando.....



"

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Volta Por Cima


Com o passar dos anos pude perceber  o valor que têm os pequenos gestos: olhares, sorrisos, apertos de mão, abraços... Esses gestão estão sempre interligados às pessoas que são nossas escolhas.

Essas pessoas são responsáveis por manter vazia aquela gaveta que carrego dentro de mim com os enormes dizeres “coisas ruins”,  que  fica bem abaixo de outras como  a “esperança”, a "fé" e a "alegria"  e que formam um conjunto da chamada “coisas boas". 

Recentemente tive um aborrecimento. Claro que não surtei, não esmurrei paredes nem sai batendo nos outros.  Até porque, não diferente de muitos, costumo ou ser de uma sinceridade assustadora ou  colocar tudo  na gaveta  que traz a etiqueta “ coisas ruins “. Nesses momentos,  ela trava, não quer abrir, não permite que a esvazie. 

Empurro, às vezes xingo. Atitude típicas de  um dia “coisas ruins”.  Graças a Deus, essa gaveta não tem fundo falso, ao contrário da que carrega “coisas boas” e que vai ficando abarrotada até que  não consiga  ser fechada. Mas, o sentimento é outro. A única coisa que a gente quer fazer com a "coisas boas"  é dividir para esvaziar.

Descobri, com as  pessoas que amo, que se não consigo abrir  minha gaveta “coisas ruins” para esvaziá-la, eles se encarregam de fazê-lo. Esses  sentimentos tão negativos  vão sendo então processados, reciclados e se transformam em lições, degraus, atitudes mais positivas perante o mundo.

sábado, 16 de abril de 2011

De novo

Me sinto uma farsa, desperdiçando palavras sobre aquilo que não sinto e queria sentir.
Sorrisos que imploram por uma escapatória, gritam a noite e sussurram todos os dias no meu ouvido, o quanto já cansaram de uma estampa que já não trasmite mais nada.
Me escondo atrás de mesas de escritório, que me abraçam durante o horário comercial.
Crio textos que são ditos em frente às câmeras, mas, atrás delas, nunca sei o que falar.
Sangro as pontas dos dedos, forçadas a desabafar, seco os olhos tão acostumados com um afogamento contínuo, cansativo, patético.
Engulo seco, palavras cortadas ao meio, vomito frases sem sentido algum.
Não olho fixo, desvio, nem vejo.
Fujo com a mesma covardia infantil usada por quem soltou minha mão.
Busco, procuro... Não preciso de muito pra escapar do que não consegui arrumar.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Heartbreak Warfare



No ritmo da música do Jonh Mayer que vou começar...


Muitas vezes acho que sou o errado. Quase sempre diria.

E quando vejo tanta gente fazendo tanta coisa igual, e só eu tentando fazer diferente… Bom, nadar contra a maré não devia ser algo fácil mesmo, certo?


E todo mundo é tão “livre”, todo mundo “se gosta” e “se pega” e não, NÃO, eu não quero isso pra mim. Fico me segurando pra não dizer que as coisas não funcionam assim, e fico quieto, esperando que ela me olhe e veja que eu não quero só aquela noite. Eu quero dias, semanas, todos os olhares e sorrisos. Mas parece que não é o bastante. Porque geralmente ela não está realmente pronto pra isso.


E mais uma vez volto pra casa achando que tô procurando nos lugares errados. E é muito clichê dizer que a gente acaba sempre encontrando o que procurava EXATAMENTE onde não procurava. Certo?


É como tomar coca-cola num copo de cristal. Ou perder na Mega-Sena por um ponto.


Me perco na ansiedade, e já falei tanto em insegurança, mas eu tô caminhando no muro do terraço, aqui. Um passo em falso e goodbye me.


Meu orgulho tá me dando uma surra. Mas eu espero o tempo que for preciso. E se for, como diria o pessoal do sul, pra “tomar o tufo”, pode vir.


E eu tô pronto. Pois sei que vale a pena.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Sinal??kkk

Durante a volta pra casa eis que toca essa música na rádio...
O interessante é que ela me faz lembrar do passado. Enquanto ainda menino via meus irmãos que cantando esta musica que tambem acabei gostando... mas no entanto na época nem sabia a letra.
Custei a lembrar o nome da banda para poder posta-la aqui... já que ao prestar atenção na letra vi que ela sem encaixa no momento atual!!! Será um sinal????? kkkk