Às vezes me torno um ser passivo. E decido não fazer nada além. Deixo a preguiça tomar conta de mim. E revezo cama e sofá na maior felicidade do mundo. Deito, sento, levanto. Deixo que qualquer coisa tome conta dos meus pensamentos. Peço comida por telefone. Esquento congelados no forno. Me jogo no sofá de novo. Mudo o canal. Ligo o computador. Desligo. Ligo outra vez. Sinto vontade de fazer algo. Perco a força. Vai dar muito trabalho sair de casa. Melhor ficar por aqui.
Leio qualquer coisa. Escuto alguma música. Esqueço a TV ligada. Penso nele. Não só nele. Invento histórias. Começo a esboçar algum projeto. Pessoal, profissional, mental. O telefone toca e eu mudo de ideia. Me olho no espelho. Vou até a portaria. Dou meia volta. Me atiro na cama outra vez. Começo a rir sozinho. Me levanto, leio mais um pouco. Escrevo aqui pra ver se me rendo a outros rumos.
Constato que esse descanso é tudo o que eu mais preciso no momento. Me tranco. Acho tão bom. Aqui dentro tá tão gostoso. Não vejo motivos para abrir a porta. Não quero nada lá de fora.
Leio qualquer coisa. Escuto alguma música. Esqueço a TV ligada. Penso nele. Não só nele. Invento histórias. Começo a esboçar algum projeto. Pessoal, profissional, mental. O telefone toca e eu mudo de ideia. Me olho no espelho. Vou até a portaria. Dou meia volta. Me atiro na cama outra vez. Começo a rir sozinho. Me levanto, leio mais um pouco. Escrevo aqui pra ver se me rendo a outros rumos.
Constato que esse descanso é tudo o que eu mais preciso no momento. Me tranco. Acho tão bom. Aqui dentro tá tão gostoso. Não vejo motivos para abrir a porta. Não quero nada lá de fora.
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