Hoje eu descobri o que faltava. Era tudo o que eu precisava. A rima é cruel mas o sentido é esse. Hoje descobri o porquê do vazio e da falta de paciência, que no início era tão grande e superava tudo. O vazio, lógico, não existia. Mas hoje descobri. Era só o que faltava mesmo, pra me fazer entender e colocar meus pés de volta ao chão.
Conversas e reflexões servem pra isso, pra colocar a cabeça no lugar e pensar se tudo está indo bem. Sinceramente? Não. Mas talvez isso seja sinônimo de libertação. A minha liberdade é um elemento pretendido e sempre buscado, diga-se de passagem. Mas como eu ia dizendo, hoje eu descobri o que falta, descobri o que se perdeu. Em tão pouco tempo, é uma pena, mas se perdeu. Talvez eu a encontre de novo, visto que tanto bem me fez.
Se me perguntar hoje se estou feliz, com certeza irei dizer que não estou. Feliz não, mas aliviado talvez. A verdade é que sempre fiz questão de exaltar meus defeitos. Odeio falsas expectativas, esperanças. Costumo dizer que sou chato e sou mesmo, por milhares de razões que só quem convive comigo - ou nem eles - consegue saber.
Sou egoísta, porque falo facilmente de mim, não vejo problema algum em falar de mim e acho mesmo que acima de toda e qualquer pessoa ou situação está a minha existência. Uma existência que tem que ser boa, diga-se passagem. Sabe, eu não quero coisas mornas. Ou é, ou não é. Não sei se estou falando exatamente de intensidade, mas de concreticidade, com certeza.
Talvez por eu preferir essa tal realidade é que acabo agindo diferente da massa e consequentemente não entendo o que passa por lá e acolá. Aqui se passa praticidade. É a vida acontecendo, a mil por hora, por isso sempre tenho a sensação de que cortar o mal pela raíz é a solução de todo e qualquer problema.
Se esse radicalismo me assusta? Claro que sim, afinal sou eu quem vive aguentando as conseqüências. Mas por outro lado, até que ponto vale a pena insistir em vida meia boca?
Conversas e reflexões servem pra isso, pra colocar a cabeça no lugar e pensar se tudo está indo bem. Sinceramente? Não. Mas talvez isso seja sinônimo de libertação. A minha liberdade é um elemento pretendido e sempre buscado, diga-se de passagem. Mas como eu ia dizendo, hoje eu descobri o que falta, descobri o que se perdeu. Em tão pouco tempo, é uma pena, mas se perdeu. Talvez eu a encontre de novo, visto que tanto bem me fez.
Se me perguntar hoje se estou feliz, com certeza irei dizer que não estou. Feliz não, mas aliviado talvez. A verdade é que sempre fiz questão de exaltar meus defeitos. Odeio falsas expectativas, esperanças. Costumo dizer que sou chato e sou mesmo, por milhares de razões que só quem convive comigo - ou nem eles - consegue saber.
Sou egoísta, porque falo facilmente de mim, não vejo problema algum em falar de mim e acho mesmo que acima de toda e qualquer pessoa ou situação está a minha existência. Uma existência que tem que ser boa, diga-se passagem. Sabe, eu não quero coisas mornas. Ou é, ou não é. Não sei se estou falando exatamente de intensidade, mas de concreticidade, com certeza.
Talvez por eu preferir essa tal realidade é que acabo agindo diferente da massa e consequentemente não entendo o que passa por lá e acolá. Aqui se passa praticidade. É a vida acontecendo, a mil por hora, por isso sempre tenho a sensação de que cortar o mal pela raíz é a solução de todo e qualquer problema.
Se esse radicalismo me assusta? Claro que sim, afinal sou eu quem vive aguentando as conseqüências. Mas por outro lado, até que ponto vale a pena insistir em vida meia boca?
Um comentário:
sem comentários...somente reflexões...começando a ver a vida como ela é...e...vivendo... começando a colocar os pés no chão...ainda não tocou ...mas um dia vai tocar...
Postar um comentário