Gosto muito de todos os meios de comunicação, como todo bom jornalista e apaixonado por comunicação de uma forma geral, e neles se encontra essa caixa mágica com poderes hipnóticos e magnéticos chamada televisão. Talvez o exagero descritivo não seja necessário. Talvez, já que não podemos esquecer a capacidade de manipulação da TV. Mas fica ai a reflexão para todos nós, ou pelo menos a maioria, sobre como isso já faz parte da vida, do cotidiano de milhares de pessoas. Seja por causa de telejornais, novelas, filmes, desenhos, videoclipes, debates, comerciais, independentedo que eu, você, assista, uma coisa é acerta: vez ou outra estamos com o controle remoto na mão zapeando por toda a programação e procurando informação, algo com conteúdo ou uma simples válvula de escape.
É através dessa caixa mágica que "abrimos a porta" da nossa casa para ver o mundo, nosso país, estado, cidade, bairro, não necessariamente tudo, não necessariamente na mesma ordem, não com uma ordem. A magia começa e é comandada por um artefato que pode ter forma, cor e funções variadas: o controle remoto. Muitos dizem que é com ele que temos, com o perdão do trocadilho, o controle do que vemos. Será verdade? Há opção ou escapatória? Existe, por exemplo, classificação indicativa em novelas, o que não impede cenas picantes em horários que muitas crianças, pré-adolescentes possam assistir. Claro que a TV não é mais o único meio em que as crianças poderiam ter acesso, conhecimento de temas fora de sua realidade.
É através dessa caixa mágica que "abrimos a porta" da nossa casa para ver o mundo, nosso país, estado, cidade, bairro, não necessariamente tudo, não necessariamente na mesma ordem, não com uma ordem. A magia começa e é comandada por um artefato que pode ter forma, cor e funções variadas: o controle remoto. Muitos dizem que é com ele que temos, com o perdão do trocadilho, o controle do que vemos. Será verdade? Há opção ou escapatória? Existe, por exemplo, classificação indicativa em novelas, o que não impede cenas picantes em horários que muitas crianças, pré-adolescentes possam assistir. Claro que a TV não é mais o único meio em que as crianças poderiam ter acesso, conhecimento de temas fora de sua realidade.
Isso só prova essa magia tem seu lado bom e ruim. Infelizmente, são lados que não coexistemsempre, não há equilíbrio entre eles e, mais uma vez, infelizmente, o mal prevalece em forma muitas vezes de um elemento chamado audiência. Muito se apela para ter mais dela, isso sem falar na perda de limites entre o que deve ou não ser apresentado. Seria tão bom ver mais qualidade e criatividade nessa caixa mágica chamada televisão.
Um comentário:
Belo texto!
Como jornalista, me preocupo com a qualidade na nossa TV, e onde vamos parar com tudo isso. O papel da mídia é informar o cidadão e deixar que o mesmo tire suas conclusões. Na questão, informar, não cabe o exagero, o apelo emotivo feito a qualquer custo para conseguir audiência, Como o exemplo do caso Santo André. Não se pode atrapalhar a policia e a ação dos mesmos. A Tv não pode acreditar que ela é um quarto poder. Porque atrás dos aparelhos de tv, estão cidadãos, aos quais devemos tratar com respeito. E os casos devemos tratar com imparcialidade.
Mesmo com todo o interesse comercial que vemos ao lado das produções!
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