quinta-feira, 10 de março de 2011

TALVEZ, OU NÃO!





Sabe quando aparece aquela  vontadezinha de parar, jogar tudo para o alto.... pois é! Nessa hora sempre lembro do que me fez começar. Do meu maior motivo, do que me fazia correr atrás de todas as possibilidades, me virar em vários pra pelo menos tentar.

A velha mania de nadar contra a maré. Procuro não me abater e não misturar o que deve ficar sempre bem separado como água e óleo, e sempre fui mestre na arte de “não demonstrar”. Mas já faz um tempo que perdeu a graça, e acreditem: é difícil não conseguir demonstrar.

Às vezes deixar algo tão importante pra trás é complicado, e acaba se tornando uma decisão tão absurda e confusa.

O impulso é um dos meus inimigos. E preciso de foco pra fortalecer essa minha fraqueza de quem não sabe mais esconder tanta...... enfim...

A queda livre acaba comigo, mas eu levanto, sorrio e sigo no mesmo lugar, lembrando sempre de tudo o que me fez começar.

Talvez seja do erro mesmo que a gente tira o nosso melhor. Ou não! A vida é sempre assim.. cheia de dúvidas!

Ficou meio confuso (deve ser o cansaço que pode estar simplesmente relacionado ao ritmo alucinante do cotidiano, meus olhos já estão fechando kkk), mas o fato é que se vocês não entenderem o que quis dizer ao menos irão refletir querendo ou não (deve estar pensando que pretensão desse juntador de letras kkkk) sobre a contradição de idéias aqui expostas que leva a criação de outras idéias ainda maiores!  Bom acho melhor parar por aqui mesmo, acho que estou extrapolando... kkkk 

4 comentários:

Renata Quintão disse...

hihihihi
acho que "ritmo alucinante do cotidiano" também me pegou...amanha vou ler com mais calma!.... mais refletindo já estou! hihihi

Popejen disse...

É incrivel como as musicas sempre casam com seus textos!!!!!!

adorooooooooooo

Carlos Fillipe disse...

Quintao.. entao o primeiro objetivo atingido!!!! kkkkkkkkkkkkk

Pope,
Melhor falar que os textos se encaixam nas musicas, afinal elas surgiram antes kkkkkkkkkk

Sol Wilsy Aguiar disse...

Tô com essa vontade, viu?!