Um dia alguém me disse que nossas vidas são regidas por valores, e esses nossos valores podem mudar com o tempo.
Nós mudamos sempre. Uma vez que estamos sempre passando por experiências, sejam de dor, saudade, morte, alegria, sofrimento, e tais passagens, situações, vivências, nos deixam marcas e essas lembranças vãos aos poucos nos moldando, nos fundindo, esculpindo traços, marcas, sinais em nós para nos tornar aquilo que somos no agora, hoje.
Com o passar do tempo deixamos de pensar em sonhos impossíveis e passamos a viver momentos reais, não nos apegamos a ilusões, mas traçamos metas reais, criamos padrões sinceros, verdadeiros, possíveis dentro de uma realidade que podemos viver e na qual estamos inseridos.
Cada um de nós pode fazer uma análise própria e perceber o quanto tem mudado nos últimos anos, o quanto tem aprendido, que conceitos hoje de fato enverga, que ideias realmente abraça, quais discursos deixou de lado, quais sonhos não sonha mais.
Hoje uma pessoa não nos é suportável, amanhã passa a ser simpática, o que achávamos chato ontem, hoje não vemos mal algum em fazer, não comíamos de alimento, hoje até que é bom, não fazíamos tais coisas, hoje que diferença faz?
O tempo passa e ficamos mais maleáveis, suportáveis, afinal, pra tanto radicalismo, cepticismo, a vida passa rápida, temos poucos momentos, pouco tempo pra viver, por que odiar, detestar, contrariar se todos teremos o mesmo destino, morrer, e nos encontraremos apenas com a nossa própria consciência?
Cada um de nós tem um tempo. Um tempo pra entender tudo isso, pra viver realmente a si mesmo, encontrar-se, ser integral, sem ranhuras, sem rugas, sem preconceitos. O difícil é libertar-se do orgulho e sorrir, ouvir aquela música brega, assistir aquele filme romântico, fazer aquele programa chato, e daí, quem tem a ver com a nossa vida?
Libertar-se dos conceitos, ideias, valores, ser feliz, viver, admitir quem somos, como somos, amar, sonhar, ter esperanças. Só será possível sorrir em plenitude quando tivermos consciência de nós mesmo, nos descobrirmos por completo e não envergonharmos do que somos, afinal, e até por que, amanhã haveremos de mudar mais uma vez.
Com o passar do tempo deixamos de pensar em sonhos impossíveis e passamos a viver momentos reais, não nos apegamos a ilusões, mas traçamos metas reais, criamos padrões sinceros, verdadeiros, possíveis dentro de uma realidade que podemos viver e na qual estamos inseridos.
Cada um de nós pode fazer uma análise própria e perceber o quanto tem mudado nos últimos anos, o quanto tem aprendido, que conceitos hoje de fato enverga, que ideias realmente abraça, quais discursos deixou de lado, quais sonhos não sonha mais.
Hoje uma pessoa não nos é suportável, amanhã passa a ser simpática, o que achávamos chato ontem, hoje não vemos mal algum em fazer, não comíamos de alimento, hoje até que é bom, não fazíamos tais coisas, hoje que diferença faz?
O tempo passa e ficamos mais maleáveis, suportáveis, afinal, pra tanto radicalismo, cepticismo, a vida passa rápida, temos poucos momentos, pouco tempo pra viver, por que odiar, detestar, contrariar se todos teremos o mesmo destino, morrer, e nos encontraremos apenas com a nossa própria consciência?
Cada um de nós tem um tempo. Um tempo pra entender tudo isso, pra viver realmente a si mesmo, encontrar-se, ser integral, sem ranhuras, sem rugas, sem preconceitos. O difícil é libertar-se do orgulho e sorrir, ouvir aquela música brega, assistir aquele filme romântico, fazer aquele programa chato, e daí, quem tem a ver com a nossa vida?
Libertar-se dos conceitos, ideias, valores, ser feliz, viver, admitir quem somos, como somos, amar, sonhar, ter esperanças. Só será possível sorrir em plenitude quando tivermos consciência de nós mesmo, nos descobrirmos por completo e não envergonharmos do que somos, afinal, e até por que, amanhã haveremos de mudar mais uma vez.
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