segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Relógio!

Ser diferente.
Concordar de outro jeito.
Descordar com o olhar.
Escrever o que pensa.
E pensar ou não antes de publicar.
Tudo tem hora.

Ter impulsos de criar.
Não saber driblar ócios destruitivos.
Sobreviver no final.
E ter certeza de que era assim.
E leva um tempo.
Por isso; aquilo; e outras coisinhas afins.

Na badalada que for.
Não titubear ao decidir.
Ficar em casa.
Se divertir.
Concretizar coisas menores que elétrons dos átomos do ar.
Mas o ponteiro se embriagou.
Desmaterializar para entender.
Tirar as pilhas
Parar de olhar pra ver no que dá.
Não elouquecer sem perceber.

Afinal, a areia da ampulheta acabou.
Ponta cabeça.
Observar outra vez.
Ver como cai.
Pelo menos saiba se pirou.
Dá pra ver que tudo varia de acordo com a inclinação.
O motivo e onde errou.
Acelerou. Retardou.
Talvez tenha acertado.
Sacudido toda a poeira.
Mesmo que seja frequentemente criticado.
Andou mais rápido que o vento.
Ou por inércia se estagnou.

Não é mole ser diferente.
Mesmo que a moleza seja variável.
Acelera. Seu lerdo!
Ou para logo essa merda.
Mas quem não é completamente igual?
Ser humano de complexo não tem nada.
Chega até a ser banal.
De um jeito ou de outro ninguém e todos são completamente iguais.
Se é pra generalizar... São idênticos por isso.
Fácil de aprender.
Assim como entender que pra tudo tem hora.
Se é agora ou depois não interessa.
Porque nada é igual.
E aí está a semelhança.
Igual porque é diferente.
Diferente por não ter nada de igual.
Cada corpo tem mais de um mecanismo autodidata.

Mas quem inventou essa jossa?
Cuco, de corda, de parede, de pilha e de pulso.
De bolso, de ouro.
De camelô.
Do celular, computador e do que for.
Cada um foi feito de um jeito.
Fora todos os outros fatores.
As séries.
Também quem fez, criou.
Raciocínio próprio.Tic-tac particular.
E funcione quando quiser.

Nenhum comentário: