"Quando eu penso que tu estás recém aprendendo a voar, te vejo decolando com facilidade". Ouvir essa frase ontem foi de muita valia pra mim, mesmo.
Fico feliz quando consigo superar as minhas expectativas e das outras pessoas. Adoro agradar, odeio não suprir com o que esperam de mim e, principalmente, com o que eu espero de mim. Esse elogio feito pelo meu chefe me dá ainda mais força para conseguir lutar contra os meus pontos fracos, vontades sazonais, e me manter firme em busca de meus objetivos.
Me cobro mais do que qualquer pessoa possa imaginar e até por isso os elogios não me envaidecem ou iludem. Mas assim como tudo na vida é momentâneo: a vida real sempre me alerta. Tenho ciência de que não sou nem um terço do profissional que pretendo me tornar e o tipo de pessoa que quero ser.
O mundo do imediatismo unido à minha impaciência aguda por vezes faz com que a ansiedade e a tensão falem mais alto. Mas toda turbulência passa quando me dou conta que nem nos meus melhores sonhos de 3, 4 anos atrás imaginava viver tudo o que tenho vivido. Olho para os lados e às vezes custo a acreditar, sério. Desde coisas mais banais, como sair pra jantar fora a hora que eu quiser, aliás, todos os dias se eu tiver vontade... ou ir no supermercado para fazer compras, de coisas mais supérfluas até as mais sérias como me sustentar, pagar minhas contas. Sem contar com todas as oportunidades profissionais... com os aprendizados, improvisos, os lugares e pessoas que tenho conhecido e as lições que o jornalismo me ensina praticamente todos os dias.
Olhar em volta e ver o quanto a minha vida se transformou, aliás, têm se transformado em pouquíssimo tempo é gratificante demais. Ninguém pode imaginar o quanto isso me faz bem. O gosto é ainda melhor porque não caiu do céu... tudo conseqüência de trabalho, estudos e das próprias (e chatas) cobranças que citei no início do texto. É claro que alguns verdadeiros anjos apareceram na minha vida nesse meio tempo e foram fundamentais em todo processo... pessoas que acreditaram em mim, me ensinaram muita coisa sobre vida e trabalho, me fizeram ter sempre os pés no chão e não me deslumbrar com essa história de televisão e, claro, contribuíram muito com tudo que penso hoje. De outro lado, aqueles que fecham as portas, que te puxam pra baixo... esses são tão essenciais quanto. Ao invés de prejudicarem, me alimentam, me dão capacidade, força, coragem e motivação pra achar uma fresta qualquer ou pular a mais alta janela.
Nessas alturas, agradecer por tudo já me parece pouco. Mas é o que me resta e é o que eu não canso de fazer: obrigado, vida!
Me cobro mais do que qualquer pessoa possa imaginar e até por isso os elogios não me envaidecem ou iludem. Mas assim como tudo na vida é momentâneo: a vida real sempre me alerta. Tenho ciência de que não sou nem um terço do profissional que pretendo me tornar e o tipo de pessoa que quero ser.
O mundo do imediatismo unido à minha impaciência aguda por vezes faz com que a ansiedade e a tensão falem mais alto. Mas toda turbulência passa quando me dou conta que nem nos meus melhores sonhos de 3, 4 anos atrás imaginava viver tudo o que tenho vivido. Olho para os lados e às vezes custo a acreditar, sério. Desde coisas mais banais, como sair pra jantar fora a hora que eu quiser, aliás, todos os dias se eu tiver vontade... ou ir no supermercado para fazer compras, de coisas mais supérfluas até as mais sérias como me sustentar, pagar minhas contas. Sem contar com todas as oportunidades profissionais... com os aprendizados, improvisos, os lugares e pessoas que tenho conhecido e as lições que o jornalismo me ensina praticamente todos os dias.
Olhar em volta e ver o quanto a minha vida se transformou, aliás, têm se transformado em pouquíssimo tempo é gratificante demais. Ninguém pode imaginar o quanto isso me faz bem. O gosto é ainda melhor porque não caiu do céu... tudo conseqüência de trabalho, estudos e das próprias (e chatas) cobranças que citei no início do texto. É claro que alguns verdadeiros anjos apareceram na minha vida nesse meio tempo e foram fundamentais em todo processo... pessoas que acreditaram em mim, me ensinaram muita coisa sobre vida e trabalho, me fizeram ter sempre os pés no chão e não me deslumbrar com essa história de televisão e, claro, contribuíram muito com tudo que penso hoje. De outro lado, aqueles que fecham as portas, que te puxam pra baixo... esses são tão essenciais quanto. Ao invés de prejudicarem, me alimentam, me dão capacidade, força, coragem e motivação pra achar uma fresta qualquer ou pular a mais alta janela.
Nessas alturas, agradecer por tudo já me parece pouco. Mas é o que me resta e é o que eu não canso de fazer: obrigado, vida!
Um comentário:
Queridinho do Chefe..Nao se acha mto nao hahahaha
bjaooooooo
Postar um comentário