sábado, 15 de outubro de 2011

Para refletir

Nunca veja o mal em ninguém.

Veja o bem.

Mesmo quando o mal for demasiado, tente encontrar o bem.

Porque é impossível encontrar um homem que não tenha nenhum bem em si.

E o que quer que você veja, cresce em você.

Esse é o segredo.

(Osho)

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Vamos??

Vamos nessa, porque se não formos tudo perderá o sentido e a razão.
Vamos nessa, porque se ficarmos a vida será sinônimo de monotonia e mediocridade.
Vamos nessa, porque há quem precise de nós ou quem continue à nossa espera.
Vamos nessa, porque partindo construiremos algo e marcaremos essa nossa efêmera, mas rica existência com algum gesto.
Vamos nessa, porque não há tempo a perder com inutilidades e sofrimentos vãos.
Vamos nessa, para que os sonhos virem realidade e para que as palavras se transformem em atos de pura bondade.
Vamos nessa, porque hão de haver experiências inenarráveis a ser vividas e sorrisos a ser roubados.
Vamos nessa, para que os nossos pais e amigos se orgulhem de nós e para que não percamos esta nossa energia palpitante.
Vamos nessa, enfim, porque só haverá alegria e razão de ser nesta jornada se formos todos juntos, cada um de nós, explorar o desconhecido.

sábado, 1 de outubro de 2011

Desculpar

Desculpar-se é como abrir as portas do coração e deixar passar o orgulho esquecido e adormecido num canto qualquer. É libertar-se da culpa e do incomodo indizível. É aceitar a falibilidade humana e a importância indelével de quem se magoou. Desculpa-se é perdoar-se e amadurecer. É assumir o sentido negativo de uma palavra descabida ou de um gesto impensado. É pôr-se de joelhos diante do outro e aceitar a dureza de suas palavras amargas. Desculpar-se é renascer completamente. É conhecer-se e aos que um dia, inadvertidamente, machucou. É buscar no olhar do outro o perdão e nos seus gestos o afago de outrora. Desculpar-se é, enfim, arte pura, produzida neste difícil e traiçoeiro caminho denominado vida.

domingo, 18 de setembro de 2011

A caneta, minha companheira...

É bom tê-la comigo nos bolsos, na pasta, ao alcance das mãos. É bom saber que está ali, quieta, porém pronta para registrar os sentimentos que, por alguma razão, não consigo enclausurar dentro de mim. Sem você talvez, as palavras não teriam a força que têm, os versos não seriam relidos e as letras de música provavelmente não retratariam a inspiração momentânea que as fez surgir. Sem você grande parte do conhecimento teria se perdido e muitas paixões definhariam ante a ausência de cartas e declarações escritas de amor. Imaginar a minha vida sem você é o mesmo que me enxergar pela metade, sem a metade que a sua tinta insiste em mostrar aos outros. Tudo a revelar que, ao se encaixar por entre os meus dedos num rompante mágico de inspiração, transforma-se inegavelmente na extensão mundana da minha alma.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Sol de Primavera


"Quando entrar setembro e a boa nova andar nos campos, quero ver brotar o perdão, onde a gente plantou, juntos, outra vez. Já sonhamos juntos, semeando as canções no vento. Quero ver crescer nossa voz no que falta sonhar. Já choramos muito. Muitos se perderam no caminho. Mesmo assim não custa inventar uma nova canção, que venha nos trazer sol de primavera, abre as janelas do meu peito, a lição sabemos de cor, só nos resta aprender..."

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Saudade




Muitas vezes dizemos que sentimos saudade. Saudade essa palavra exclusiva da Língua Portuguesa que nos traz diversos tipo de sentimentos.
De acordo com o Dicionário Aurélio a definição é a seguinte:

Lembrança nostálgica e, ao mesmo tempo, suave, de pessoas ou coisas distantes ou extintas, acompanhada do desejo de tornar a vê-las ou possuí-las; nostalgia.

Acho que essa palavra impar do nosso indioma vai além desta definição e perpassa por outros sentimentos que podem serem observados em alguns questionamentos....

O que é a saudade senão a lacuna gerada pelo distanciamento de duas almas que, embora possam viver separadas, ainda não descobriram como fazê-lo?

O que é a saudade senão um vazio insolente, incomodo e impreenchível que nos seca a garganta e nos enchem d'água os olhos?

O que é a saudade senão a lembrança cristalina de um olhar comovente ou de um carinho inesquecível de outrora?

O que é a saudade senão a visão nítida de um território despovoado e fastidioso, cuja paisagem árida e a escuridão medonha nos faz querer fechar os olhos do coração?

O que é a saudade senão a certeza de não se poder ter o que se quer e de não se poder querer o que não se tem?

O que é a saudade senão um chilique espiritual expresso na imaturidade de uma alma que ainda não aprendeu a ser feliz sozinha ou que ainda não se permitiu amar a sí própria como deveria?

O que é a saudade senão...

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Cor de ouro






Como é estonteante a sua face cujos traços entrelaçam-se para criar uma beleza indescritivelmente transcendental. É também charme traduzido neste olhar incógnito que paralisa os movimentos e abestalha os sentidos. E o que dizer do sublime dourado que emana dos seus cabelos finos, quando com eles brinca o vento sob a supervisão do sol, transformando-os em fios brilhantes de ouro, cor de mel. Mas o que mais fascina nesta visão encantadora e praticamente inenarrável de você é este seu sorriso sem medidas, escancarado e límpido, próprio de quem carrega dentro de si uma alma leve e um coração grandioso. Que a natureza lhe conserve esta feição magnífica e a torne fonte de inspiração para outros, tal como hoje foi para mim! É tudo o que desejo...